Convidado pela integrante do grupo Kino-Olho, Fernada Tosini, participei do documentário-depoimento do ator llion Troya. O vídeo foi gravado em mídia digital e dirigido pelo cineasta João Paulo Miranda Maria, coordenador do Kino.
Em 2005 participei de outro documetário realizado pelo Grupo Banzo (ainda inédito) com Troya. Nessa primeira experiência dirigi o trabalho que teve como Ancora o criador do Banzo, Paulo Rodrigues. Um encontro memorável de dois gigantes: Paulo e Troya em um bate papo regado a canabis. Em breve disponibilizarei este video.
Troya integrou o grupo de vanguarda Living Theatre durante dez anos. De acordo com o ator, seu ingresso no coletivo se deu no ano de 1970, quando em plena ditadura militar Julian Beck e Judith Malina se apresentaram em praça pública em Rio Claro-SP.
Com isso, Troya escreveu uma resenha para um jornal local e resolveu mostrar aos diretores do Living em São Paulo. Com o interesse do jovem ator, Julian e Judith o convidaram para participar do grupo. O resto é história. Abaixo está o link do documentário realizado pelo Kino-Olho.
Retrato 3x4
Sou um quase cinéfilo, metido a cineasta, que produz um blog de quinta. Ou seja, falante demais para um bom expectador e falante de menos para um bom diretor. O que significa que sou quase "um quase notado". Não muito diferente de 80% da população que só é notada em estatísticas de pesquisas pré-eleitorais.
Minha maior gloria é contar que tenho alguns amigos cineastas - parece até importante alguém contar à outrem uma coisa dessas - e que estamos pensando em alguns projetos, influenciados pela narrativa do cinema iraniano. O fato de não ter uma câmera, não me impede de ocupar o trono de um quase aspirante a cineasta.
Para um cargo desses, um amigo quase graduado em cinema disse que tenho que assistir Cinema Paradiso - logo esse que sempre adio por causa dos filmes iranianos?
O que me deixa feliz é que hoje encontrei um amigo cineasta no café, e ele me indicou um filme iraniano que ainda não ví. Minha mulher vai adorar: querido vou fazer uma pipoquinha pra gente assistir ao filme que você trouxe.
Corta! Por hoje é só pessoal.
Minha maior gloria é contar que tenho alguns amigos cineastas - parece até importante alguém contar à outrem uma coisa dessas - e que estamos pensando em alguns projetos, influenciados pela narrativa do cinema iraniano. O fato de não ter uma câmera, não me impede de ocupar o trono de um quase aspirante a cineasta.
Para um cargo desses, um amigo quase graduado em cinema disse que tenho que assistir Cinema Paradiso - logo esse que sempre adio por causa dos filmes iranianos?
O que me deixa feliz é que hoje encontrei um amigo cineasta no café, e ele me indicou um filme iraniano que ainda não ví. Minha mulher vai adorar: querido vou fazer uma pipoquinha pra gente assistir ao filme que você trouxe.
Corta! Por hoje é só pessoal.
Ista - Curta-Metragem
Enfim ficou pronta a capa do meu curta metragem. Adapatado do texto homônimo de Favari Filho, o filme narra a história de Evaristo, um bibliotecário perdido em seu tempo e em suas angústias. Vivendo em um mundo particular descobre um universo paralelo que soa escuro e amedrontador. Porém suas expectativas ocorrem da biblioteca para dentro.Circo Show - Jackson e Gentili
Enfim a familia Jackson resoveu velar o corpo do popstar. Numa cerimônia megalomaniaca e com a participação de vários artistas e celebridades, enfim, os fãs de Michael puderam se despedir do ídolo. Simultaneamente diversos canais de televisão perderam a tarde toda exibindo a esperada cerimonia de despedida. Como diz a minha sábia mãe, a partida de Michael Jackson não sensibilizou todo mundo por que ela não sentiu absolutamente nada, logo, não é todo mundo. (O que me chateou foi que a Record não exibiu a série Todo mundo odeia o Cris. Nunca vou perdoar a emissora).No domingo (5), antes de todo este circo que foi o velório de Michael Jackson, encampei a coletiva dada a imprensa no show de Danilo Gentili. A pataquada estava marcada para as 18 horas na sala de cinema do Centro Cultural de Rio Claro. O Nobre humorista Gentili atendeu os jornalistas apenas 18h40, após a produção do show levar os profissionais em seu camarim. Pensei (como nunca faço) que pelo fato do humorista também ser repórter do programa CQC demoraria menos que esperar políticos para esclarecerem sobre assuntos obscuros, no entanto, Gentili embaçou um pouco mais que o previsto (pensa ter que trabalhar num domingo!).
Minha garota estava comigo e tirou uma foto com o humorista. Mesmo com a demora ele foi muito solicito com os idiotas colegas de imprensa que como sempre seguiram a cartilha do jornalismo ortodoxo e com diploma realizando as perguntas: Por que isso... Quando aquilo... Onde ciclano... Qual o beltrano... entre outras perguntas mediocres (no sentido mediano mesmo).
O programa Liquidificador da TV comunitária Cidade Livre esteve presente e fez bonito. O apresentador Edão com seu jeito paulistano-pós-head-banger interagiu um pouco mais com o humorista.
Após vinte minutos de entrevista a organização do evento chamou Gentili para se preparar para o show marcado para as 19h00. No mais, foi tudo legal. O cara é bom mesmo e, além de fazer a platéia rir, lotou o pequeno teatro faturando muito dinheiro para a produtora do evento. Ah! ia me esquecendo, o ingresso custava R$ 40. Um prato vazio pra quem ganha um salario mínimo.
Vida longa ao mau humor!
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