Passeando pelos bares de Rio Claro encontrei uma jornalista que acompanho e admiro muito. Muito gentil, Mariana Valadares (criadora e mantenedora do site Poucas e Boas da Mari) me atendeu e, inclusive, tirou uma fotinho comigo. Vocês podem estar se perguntando (no gerúndio mesmo) por que minha euforia, então respondo: ela é a Mari Valadares. Também sei que só falo mal de todo mundo aqui, mas Mari é uma daquelas pessoas que podemos afirmar com garantia: Essa jornalista é foda! (no bom sentido da palavra).Retrato 3x4
Passeando pelos bares de Rio Claro encontrei uma jornalista que acompanho e admiro muito. Muito gentil, Mariana Valadares (criadora e mantenedora do site Poucas e Boas da Mari) me atendeu e, inclusive, tirou uma fotinho comigo. Vocês podem estar se perguntando (no gerúndio mesmo) por que minha euforia, então respondo: ela é a Mari Valadares. Também sei que só falo mal de todo mundo aqui, mas Mari é uma daquelas pessoas que podemos afirmar com garantia: Essa jornalista é foda! (no bom sentido da palavra).Coral da Igreja
Acho que estou ficando velho. Velho e gagá. Neste final de semana fui no 8° Encontro de Rock do Equinócio (eu sei, esse nome parece alguma alusão à corridas de cavalos) e achei todos aqueles cabeludos fofuchinhos. Uns doces. Tão doces que nem pareciam roqueiros de verdade.Imagine você, que em mais de 10 horas de atividades nada de anormal aconteceu. Como assim! É um show de rock ou não é, porra? Cadê as excentricidades dos músicos, toda aquela violência gratuita e desmedida?
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Pra começar, para entrar no evento era necessário a doação de um litro de leite. Show de rock beneficente? Show de rock é pra enriquecer os organizadores e envaidecer os egos das bandas. Cadê o espirito roquenrol de quebrar as janelas do camarim, fuder com as groupies e mijar em qualquer canto?
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O que salvou a noite foi uma briguinha que aconteceu aos 45 do segundo tempo. Um sujeito qualquer provocou outro e meia duzia de tapas e palavrões foram desferidos meio aos equipamentos que estavam sendo desmontados. Nada grave. Parecia até uma festinha do coral da igreja da minha mãe. Aliás, creio que sai mais porrada no coral do que nesse show.
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No trabalho uma amiga, que também assistiu ao evento, contou que uma garota chutou e quebrou as paredes que dividem os vasos sanitários no banheiro. Legal pacas! A festa até que foi melhor do que eu pensava. A merda é que a menina era emo e se mijou toda com a chegada da polícia. Se sou eu eu cuspo na cara dos meganhas.
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Penso que o ódio existe e deve ser acionado, se não, pra quê serve a paz?
Insight - É proibido proibir
Essa lei antifumo é uma merda. Fui em um bar ontem a noite e no meio de uma canção do Bon Jovi me bateu uma puta vontade de fumar um bastão nicotiginoso. Contudo, devido aquelas placas de "proibido", fiquei em um dilema. Acho justo o respeito à saúde dos não fumantes, no entanto, sinto que o principio básico da "carta magma" (ou seria magna) brasileira foi totalmente violado. E o pior: por um tucano que só serra.Além de parecer o mosquito da dengue (isso deve ser pré requisito pra entrar naquele partido, vide o Alckmim e o Dráuzio Varella), Serra me vem com essa. Cuidar da poluição daquela metrópole torpe que ele governa ele não quer né! (acho melhor assim, gosto do caos, mas esse pessoalzinho azul e amarelo...fode tudo).
Troya & Living Theatre
Convidado pela integrante do grupo Kino-Olho, Fernada Tosini, participei do documentário-depoimento do ator llion Troya. O vídeo foi gravado em mídia digital e dirigido pelo cineasta João Paulo Miranda Maria, coordenador do Kino.
Em 2005 participei de outro documetário realizado pelo Grupo Banzo (ainda inédito) com Troya. Nessa primeira experiência dirigi o trabalho que teve como Ancora o criador do Banzo, Paulo Rodrigues. Um encontro memorável de dois gigantes: Paulo e Troya em um bate papo regado a canabis. Em breve disponibilizarei este video.
Troya integrou o grupo de vanguarda Living Theatre durante dez anos. De acordo com o ator, seu ingresso no coletivo se deu no ano de 1970, quando em plena ditadura militar Julian Beck e Judith Malina se apresentaram em praça pública em Rio Claro-SP.
Com isso, Troya escreveu uma resenha para um jornal local e resolveu mostrar aos diretores do Living em São Paulo. Com o interesse do jovem ator, Julian e Judith o convidaram para participar do grupo. O resto é história. Abaixo está o link do documentário realizado pelo Kino-Olho.
Em 2005 participei de outro documetário realizado pelo Grupo Banzo (ainda inédito) com Troya. Nessa primeira experiência dirigi o trabalho que teve como Ancora o criador do Banzo, Paulo Rodrigues. Um encontro memorável de dois gigantes: Paulo e Troya em um bate papo regado a canabis. Em breve disponibilizarei este video.
Troya integrou o grupo de vanguarda Living Theatre durante dez anos. De acordo com o ator, seu ingresso no coletivo se deu no ano de 1970, quando em plena ditadura militar Julian Beck e Judith Malina se apresentaram em praça pública em Rio Claro-SP.
Com isso, Troya escreveu uma resenha para um jornal local e resolveu mostrar aos diretores do Living em São Paulo. Com o interesse do jovem ator, Julian e Judith o convidaram para participar do grupo. O resto é história. Abaixo está o link do documentário realizado pelo Kino-Olho.
Retrato 3x4
Sou um quase cinéfilo, metido a cineasta, que produz um blog de quinta. Ou seja, falante demais para um bom expectador e falante de menos para um bom diretor. O que significa que sou quase "um quase notado". Não muito diferente de 80% da população que só é notada em estatísticas de pesquisas pré-eleitorais.
Minha maior gloria é contar que tenho alguns amigos cineastas - parece até importante alguém contar à outrem uma coisa dessas - e que estamos pensando em alguns projetos, influenciados pela narrativa do cinema iraniano. O fato de não ter uma câmera, não me impede de ocupar o trono de um quase aspirante a cineasta.
Para um cargo desses, um amigo quase graduado em cinema disse que tenho que assistir Cinema Paradiso - logo esse que sempre adio por causa dos filmes iranianos?
O que me deixa feliz é que hoje encontrei um amigo cineasta no café, e ele me indicou um filme iraniano que ainda não ví. Minha mulher vai adorar: querido vou fazer uma pipoquinha pra gente assistir ao filme que você trouxe.
Corta! Por hoje é só pessoal.
Minha maior gloria é contar que tenho alguns amigos cineastas - parece até importante alguém contar à outrem uma coisa dessas - e que estamos pensando em alguns projetos, influenciados pela narrativa do cinema iraniano. O fato de não ter uma câmera, não me impede de ocupar o trono de um quase aspirante a cineasta.
Para um cargo desses, um amigo quase graduado em cinema disse que tenho que assistir Cinema Paradiso - logo esse que sempre adio por causa dos filmes iranianos?
O que me deixa feliz é que hoje encontrei um amigo cineasta no café, e ele me indicou um filme iraniano que ainda não ví. Minha mulher vai adorar: querido vou fazer uma pipoquinha pra gente assistir ao filme que você trouxe.
Corta! Por hoje é só pessoal.
Ista - Curta-Metragem
Enfim ficou pronta a capa do meu curta metragem. Adapatado do texto homônimo de Favari Filho, o filme narra a história de Evaristo, um bibliotecário perdido em seu tempo e em suas angústias. Vivendo em um mundo particular descobre um universo paralelo que soa escuro e amedrontador. Porém suas expectativas ocorrem da biblioteca para dentro.
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